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Criador da impressão de armas 3D começa vender seus projetos burlando proibição

Lembra o nome Cody Wilson? Caso não venha a sua memória, este é o rapaz por trás de toda polêmica que levou à permissão para que norte-americanos pudessem imprimir suas próprias armas de fogo em casa, com impressoras 3D. Wilson colocou à venda nesta terça (28) em seu site os projetos de como fazer a versão caseira do armamento, apesar de ter sido proibido legalmente de fazê-lo.

Segundo reportagem da Associated Press, Wilson disse que já teve 400 pedidos ao custo de poucos dólares. “Qualquer pessoa que quiser ter um arquivo estes poderá ter”, embora ele o comercialize apenas para os Estados Unidos. Tais projetos não podem ser baixados diretamente de forma digital no site de Wilson, mas podem ser enviados por correio ou e-mail para o comprador.

Em julho, a organização encabeçada por Wilson, a Defense Distributed, conseguiu um acordo com o Departamento de Estado americano para retirada de armas feitas em impressoras 3D da lista de proibição de itens que não podem ser exportados ou produzidos. Neste acordo, entram também dados técnicos, como o projeto de tais armas, permitindo o comércio destes arquivos online.

Contudo, na tarde da última segunda (27), um juiz de Seattle impediu que a Defense Distributed divulgasse os arquivos online, após 19 estados entrarem com liminar pedindo a revogação do acordo de julho. Segundo juiz Robert Lasnik “a natureza irrastreável e indetectável destas armas pequenas cria um perigo único”.

 

Conhecidas como “ghost guns” (armas fantasma, em tradução literal), estes produtos não têm nenhum tipo de número de série, o que as tornam irrastreáveis.

Segundo Wilson, a decisão do juiz impede que ele divulgue os projetos online, mas não de vender em seu site, motivo pelo qual mantém o comércio. De fato, a decisão do juiz o Arms Export Control Act “diz que os arquivos não podem ser subidos para internet, mas eles podem ser enviados por e-mail, correio, transmitidos de forma segura ou publicados com os Estados Unidos”. E com este pretexto que Wilson mantém sua movimentação de vender os arquivos.

Segundo o ativista da liberdade de armas, a sua proposta sempre foi compartilhar os arquivos, mas não fazer dinheiro com isso. Contudo, a legislação obriga que ele cobre alguma coisa pelo acesso ao projeto.

Pelo Twitter, ele informou que vai fazer desta semana um inferno, provavelmente se referindo a seus opositores. Em seu site, ele vende o projeto da pistola chamada de “The Liberator”. Além dela, Wilson também disponibiliza modelos de outras armas mais potentes, como uma Beretta M9 e partes da metralhadora AR 15. Com base em um sistema de fóruns e comunidade, usuários podem também enviar seus modelos para o site.

Vale reforçar que, apesar da permissão nos Estados Unidos, a fabricação da arma feita em impressora 3D é considerada crime no Brasil. Quem decidir produzir essa arma de fogo estará infringindo o Estatuto do Desarmamento, que proíbe a produção de armas no país e pode gerar pena de reclusão de quatro a oito anos mais multa.

Fonte: Canaltech com TechCrunchAPNewsVice

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